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	<title>Gladir Cabral &#187; Frederick Buechner</title>
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			<title>Gladir Cabral</title>
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		<title>arte</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 23:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladir Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frederick Buechner]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuo lendo meu bom e velho Frederick Buechner: Beyond Words. A certa altura, falando de arte, ele diz:
&#8220;Um velho lago silencioso, / Dentro dele pula um sapo. / Splash! Silêncio novamente&#8221;. Este é talvez o mais conhecido de todos os haikais japoneses. Nenhum outro tema poderia ser mais monótono. Nenhuma linguagem poderia ser mais sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuo lendo meu bom e velho Frederick Buechner: <em>Beyond Words</em>. A certa altura, falando de arte, ele diz:</p>
<blockquote><p>&#8220;Um velho lago silencioso, / Dentro dele pula um sapo. / Splash! Silêncio novamente&#8221;. Este é talvez o mais conhecido de todos os haikais japoneses. Nenhum outro tema poderia ser mais monótono. Nenhuma linguagem poderia ser mais sem graça. Basho, o poeta, não comenta o que descreve. Ele não deixa nenhum significado implícito, nenhuma mensagem nem metáfora. Ele simplesmente convida nossa atenção a nada mais nada menos que isso: o velho lago em sua imobilidade aquática, o mergulho pesado do sapo, o retorno gradual à imobilidade.</p>
<p>[...]</p>
<p>Desde o mais simples poema ao romance mais complexo e à peça teatral mais densa, a literatura nos pede para prestar atenção. Preste atenção ao sapo. Preste atenção ao vento leste. Preste atenção ao menino na jangada, à senhora na torre, ao velho no trem. Em suma, preste atenção ao mundo e a tudo o que nele habita e assim aprende, afinal, a prestar atenção em ti mesmo e a tudo o que habita em ti. (Frederick Buechner, Beyond Words, p. 25-6).</p></blockquote>
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		<title>josé, o esposo de maria</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 14:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladir Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frederick Buechner]]></category>

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		<description><![CDATA[Nestes dias de Natal, nada melhor que um pouco de leitura bíblica e reflexão. Após a leitura de Mateus 1-2; Lucas 2.41-51; 3.23-38, caminhemos um pouco ao lado de Frederick Buechner:
Não se pode culpar José por considerar a possibilidade do divórcio ao descobrir que, não por sua causa, Maria estava grávida. Entretanto, quando lhe foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestes dias de Natal, nada melhor que um pouco de leitura bíblica e reflexão. Após a leitura de Mateus 1-2; Lucas 2.41-51; 3.23-38, caminhemos um pouco ao lado de Frederick Buechner:</p>
<blockquote><p>Não se pode culpar José por considerar a possibilidade do divórcio ao descobrir que, não por sua causa, Maria estava grávida. Entretanto, quando lhe foi explicado, ele encarou os fatos como um homem, e tudo foi perdoado. Assim que recebeu a palavra em um sonho de que o rei Herodes estava planejando matar todos os meninos na vizinhança na expectativa de que o Messias fosse um deles, José tomou a criança e Maria e partiu para o Egito, onde teve o bom senso de permanecer até que encontrou o nome de Herodes na coluna de obituários. Mais tarde, quando perderam Jesus em Jerusalém com a idade de 12 anos, José ficou tão nervoso quanto Maria e tão completamente feliz quanto ela ao reencontrar o menino.</p>
<p>Quando Mateus, no seu evangelho, registra a genealogia de Jesus, ele a trala através da linhagem de sua mãe, em deferência à doutrina que ensina que Jesus era de fato o filho de Deus. Quando Lucas registra isso, por outro lado, embora não fosse menos crente, ele não se acanha em listar o nome de José como pai de Jesus e reconstruir sua linhagem através dele.</p>
<p>Como Jesus mesmo nunca se revelou preocupado com teologia, é difícil deixar de crer que, pelos velhos bons tempos, ele teria preferido a versão de Lucas. (Buechner, <strong>Beyond Words</strong>, p. 202).</p></blockquote>
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		<title>o riso e a dor</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 02:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladir Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frederick Buechner]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui vai mais uma preciosidade do Buechner, quebrando este jejum de tantos dias sem postar. Desculpem-me, é a correria do final de ano me levou na correnteza.
&#8220;Bem-aventurados vocês, que agora choram, pois haverão de rir&#8221;, disse Jesus (Lc 6.21). Isso não quer dizer apenas que vocês haverão de rir quando o tempo vier, mas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui vai mais uma preciosidade do Buechner, quebrando este jejum de tantos dias sem postar. Desculpem-me, é a correria do final de ano me levou na correnteza.</p>
<blockquote><p>&#8220;Bem-aventurados vocês, que agora choram, pois haverão de rir&#8221;, disse Jesus (Lc 6.21). Isso não quer dizer apenas que vocês haverão de rir quando o tempo vier, mas que vocês podem rir um pouco ainda agora no meio do choro, pois vocês sabem que o tempo está próximo. Apesar de parecer o contrário, o final será um final feliz. O riso tem a ver com isso. É o riso da fé. É a divina comédia. (Frederick Buechner, <strong>Beyond Words</strong>, p. 63).</p></blockquote>
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		<title>pássaros</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 21:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladir Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frederick Buechner]]></category>

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		<description><![CDATA[Os passarinhos são nossos grandes mestres. Tenho um punhado de canções falando deles e tem até uma falando a eles. Entre os livros que ando saboreando ultimamente, estou com o Beyond Words, do Frederick Buechner. Alimento para a cabeça e para o coração.
Rolando pelo céu do verão, pousando no topo das árvores, alimentando seus filhotes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="cardeal" rel="lightbox[pics220]" href="http://www.gladircabral.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cardeal_2.jpg"><img class="attachment wp-att-221 alignright" style="float: right;" src="http://www.gladircabral.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cardeal_2.jpg" alt="cardeal" /></a>Os passarinhos são nossos grandes mestres. Tenho um punhado de canções falando deles e tem até uma falando a eles. Entre os livros que ando saboreando ultimamente, estou com o <strong>Beyond Words</strong>, do Frederick Buechner. Alimento para a cabeça e para o coração.</p>
<blockquote><p>Rolando pelo céu do verão, pousando no topo das árvores, alimentando seus filhotes, os pássaros vão cuidando de sua vida como sempre sem prestar muita atenção na raça humana, assim como a raça humana geralmente nem se preocupa com eles. Mas eis que senão quando eles fazem alguma coisa que chama nossa atenção. Os gansos do Canadá voando para o sul em bando na forma de V. Um bem-te-vi cantando Bem-te-vi! Bem-te-vi! Bem-te-vi! Um cardeal voando entre os arbustos como uma chama. Por um momento ou dois, até o mais tolo de nós compreende vagamente que o mundo seria um lugar mais pobre sem eles.</p>
<p>Pode-se pensar de vez em quando que os pássaros sentem o mesmo em relação a nós. Um homem com um guarda-chuva caminhando pela calçada. Uma mulher colhendo amoras. A cantiga de uma criança de dois anos brincando na caixa de areia. Será que os pássaros de vez em quando olham para nós como nós olhamos para eles, basicamente com indiferença, mas às vezes com a curiosidade de uma olhadela, o bater de umas asas, as primeiras notas de uma canção?</p></blockquote>
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		<title>o tempo, a nuvem e o sol</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 16:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladir Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frederick Buechner]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue um breve diálogo entre Ailred e Godric:
&#8220;Você fala de tempo, Godric&#8221;, disse Ailred. A sua tosse havia cessado por um instante. &#8220;O tempo é uma tempestade. Os tempos passam e os tempos voltam, eles giram e fluem e saltam seus limites como o rio Wear. As horas são nuvens que mudam sua forma diante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue um breve diálogo entre Ailred e Godric:</p>
<blockquote><p>&#8220;Você fala de tempo, Godric&#8221;, disse Ailred. A sua tosse havia cessado por um instante. &#8220;O tempo é uma tempestade. Os tempos passam e os tempos voltam, eles giram e fluem e saltam seus limites como o rio Wear. As horas são nuvens que mudam sua forma diante de nossos olhos. Um dragão vira a manta de uma dama. O riso de um macaco transformam-se num punho cerrado de ira. Mas além das tempestades e das nuvens do tempo há a atemporalidade. Godric, o Senhor do Céu não muda, e mesmo quando nossa visão é mais escura, Ele está acima de nós, belo e dourado como o sol&#8221;. E é assim mesmo (Buechner, <em>Godric</em>, 60-1).</p></blockquote>
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		<title>Godric</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 01:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladir Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frederick Buechner]]></category>

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		<description><![CDATA[Li recentemente o livro Godric, do escritor americano Frederick Buechner. O livro me veio como um belo presente do amigo Glauber. No começo, senti certa dificuldade de entender o gênero e a linguagem do livro. Depois, fui me envolvendo e acompanhando a trajetória insólita de Godric, um santo cristão que viveu em Finchale (Inglaterra) entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="file:///E:/Documents%20and%20Settings/Administrador/Meus%20documentos/Minhas%20imagens/godric.jpg" alt="" />Li recentemente o livro <em>Godric</em>, do escritor americano Frederick Buechner. O livro me veio como um belo presente do amigo Glauber. No começo, senti c<a title="godric" rel="lightbox[pics197]" href="http://www.gladircabral.com.br/wp-content/uploads/2008/07/godric.jpg"><img class="attachment wp-att-198 alignright" src="http://www.gladircabral.com.br/wp-content/uploads/2008/07/godric.jpg" alt="godric" /></a>erta dificuldade de entender o gênero e a linguagem do livro. Depois, fui me envolvendo e acompanhando a trajetória insólita de Godric, um santo cristão que viveu em Finchale (Inglaterra) entre os anos 1065 e 1170, na verdade um santo que não queria nada ser santo e que se considerava o ser humano mais vil que havia na face da Terra. Godric de fato existiu, e seu primeiro biógrafo foi um monge discípulo seu, Reginald. Frederick Buechner retoma a biografia desse santo relutante e a conta com grande habilidade, humor e originalidade.</p>
<p>Eu já ouvira falar do livro por meio do site do músico cristão Michael Card. O livro está na lista de suas leituras prediletas e mais importantes. Agora recentemente fui ao Canadá e adquiri uma outra obra prima de Buechner: <em>Beyond Words</em>, um livro que reúne sua trilogia clássica (<em>Wishful Thinking</em>, <em>Peculiar Treasures</em> e <em>Whistling in the Dark</em>). De repente, Frederick Buechner, que além de escritor renomado é também pastor presbiteriano, virou minha leitura de cabeceira. Quando será que esse autor vai ser traduzido para o português? Alguém se habilita?</p>
<p>Obrigado, Glauber!</p>
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